Desenhos inteligentes: criacionismo, evolucionismo

Criacionismo é a crença de que a bíblia é a verdade literal e que Deus criou todas as coisas. Pressionados pelo termo “criacionismo”, os criacionistas resolveram forjar o termo “evolucionismo” para marcar seus opositores. Haha. Fizeram questão de não entender. O criacionismo é uma crença, uma fé, como o hinduismo ou o islamismo. Já a Teoria da Evolução é uma tentativa de explicação do mundo. Ela acontece de ser consistente com praticamente tudo o que vemos ou podemos cavar neste planeta. Mas um cientista admitirá que ela pode ser desprovada. O adepto do criacionismo, por outro lado, tem uma posição dogmática que nunca admitirá contestação.

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O padre voador e as noivas recalcitrantes

A história sempre se repete. A história sempre se repete. Esta semana Adelir de Carli, um padre paranaense, se perdeu no ar, ou no mar, pendurado em centenas de balões de festa. Há quem o esteja querendo candidatar para ganhar um Darwin Award. Para isso sua morte terá de ser comprovada. De outro modo será apenas uma repetição do americano que em 1982 saiu voando de casa em uma cadeira de jardim. Mesma idéia, 26 anos antes. Não há falta de bom senso que não se repita.

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Produtos Star Wars que você nunca viu

A série de George Lucas foi um sucesso no cinema e nas lojas. Gerou uma receita estupenda no licenciamento de produtos, de lancheiras a miniaturas dos personagens, de video-games a livros baseados no universo de Guerra nas Estrelas. De onde vem tanta coisa? Tudo começa com uma “chuvarada de idéias” (ou brainstorm). Depois vão filtrando, filtrando, até sobrarem alguns produtos que se julgam adequados. Recentemente um designer revelou como criou, dez anos atrás, cerca de 100 produtos diferentes no tema Star Wars. Ele mostrou várias idéias que acabaram não sendo produzidas: coisas como o pufe do Jabba the Hutt. Qual desses produtos um verdadeiro fã não compraria?

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Posters do governo Bush

Faz muito tempo que o mundo não vê um líder mundial mais caricaturável que o Presidente George W. Bush. Ele é uma espécie de caricatura ambulante, ouso dizer. Bush filho assumiu na presidência o papel que Dan Quayle tinha como vice-presidente do Bush pai, ou seja, o papel de bobo. No entanto um bobo na presidência é bem mais perigoso do que um bobo na vice-presidência. Muito mal pode fazer, sem nem mesmo se dar conta. O que fazer, então? Chorar? Hmm… Rir? Com certeza!

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Oh, Monica, não chores por mim

“Ó senhor, como criastes um país assim tão perfeito, tão maravilhoso, tão bonito e tão cheio de recursos naturais? Não será isso injusto com todas as outras nações sobre a terra?” — começa uma piada no Brasil e na Argentina, sobre seu próprio país — “Não, minha pobre criatura, espere para ver o governo que colocarei lá!” Alguns americanos também pensam dessa forma sobre seu país. A Revista Mad, a louca, costuma nos EUA servir de válvula para essas sentimentos dissonantes, do tipo, “rir ou chorar”. Alguém aí se lembra da Monica Lewinsky?

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