Esta é minha tentativa de colaborar com o ruído de fundo da Internet, jogando um pouco para os outros (e mais ainda, para mim mesmo, “amanhã”, como diria a propaganda da Orloff) o que se tem de fatos e opiniões interessantes flutuando. Nada do que eu escrevo pode ser usado contra mim, os textos são de minha responsabilidade, e esse é um empreendimento individual. Wada wada wada.
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Em resposta ao post abaixo, meu nome é Ricardo Castro. Tenho 40 anos, sou casado e tenho três filhos incríveis. Nasci em Minas Gerais, cresci no estado do Pará, fui estudar em Campinas e mais tarde em Chicago. Hoje trabalho em São Paulo. Nestas páginas introduzo material de outros autores, mas grande parte do material é original e escrita por mim. Se você for de uma editora e estiver buscando um livro, entre em contato — preciso de um motivo para tirar um ano sabático. De qualquer forma, obrigado por visitar! Os comentários por aqui são bem-vindos.

gostei do espaço. gostaria de saber o nome do autor dos textos.
Ricardo,
Muito legal o blog e os temas que vc colocou. Vou procurar ler todos os texto aos quais achei muito interessante.
Um abraço
Mateus
Ricardo, gostei do seu site, é simples e direto. Tenho um projeto para a internet, estou desenvolvendo um portal e gostaria de saber se gostaria de ser correspondente de minha pagina, obrigado.
Prezado Ricardo,
Achei excelente seu artigo sobre Oscar Niemeyer. Estava fazendo uma pesquisa no Google sobre o arquiteto e o encontrei. Brasília está ameaçada de virar novamente vítima do arquiteto do poder, com mais uma aberração arquitetônica, a ser construída no gramado central da Esplanada. É preciso uma campanha da população para evitar isso… Gostaria de saber mais de você – qual sua profissão? Aguardo um alô. Abraço.
Alexandre, Desde que me formei trabalho com consultoria estratégica empresarial. Sobre como conter os excessos brasilianos, tenho meu ponto de vista, e ele é o seguinte: existe uma fase de conscientizar, outra fase do governo se ajustar a uma população consciente. A primeira fase é a mais demorada e incerta — estamos nela. Abs
Ola,
gostaria de saber se aceita parceria para meu blog: http://agrj.wordpress.com
já coloquei em meu blog o link para o de vcs,
[]s
Dinho
Bom dia Ricardo.
Aprecio a tua escrita.
Penso que tens bom conhecimento a respeito de arquitetura, e gostaria de pedir a tua ajuda. Estou a fazer uma breve pesquisa a respeito de um movimento “artístico” chamado Realismo socialista, o oficial da URSS, países satélites e Alemanha socialista. Pelo pouco que sei, grande parte das construções deste último país possui coloração cinza e ausência de adornos. Também as vestimentas dos funcionários públicos seria, em maioria, da cor cinza. ouvi dizer que tal cor foi escolhida propositadamete para fazer com que o povo se sentisse “oprimido” ou triste, de modo a não possuir vontade ou energia para se rebelar contra aquela ditadura.
De fato, Hobbes diz que um dos grandes perigos para o Soberano é rir e caçoar.
Tu que tens uma brilhante escrita e vasto conhecimento, poderias ajudar-me a confirmar ou corrigir o que escrevi. O que pensas?
Um abraço.
Caro Fernando, diz um velho ditado que não se deve atribuir a malícia aquilo que pode ser explicado pela estupidez. No caso dos prédios e roupas dos comunistas suspeito que a razão está muito mais na base filosófica do movimento e na falta de recursos do que em uma técnica de manipulação de massas.
A base filosófica do comunismo tem pelo menos dois pilares que sustentam a monotonia: (1) Todos são iguais, e portanto a individualidade é mal vista; (2) “A cada um de acordo com sua necessidade”, e adornos e cores não são necessidade: são exuberância do tipo que criticavam no capitalismo.
Some se a isso o fato de que a URSS e seus satélites eram, de fato, mais pobres do que o primeiro mundo. Soube-se depois da queda da cortina de ferro que eles tinham um PIB per capita bem mais baixo que supunham os economistas ocidentais da época.
Com isso você explica não só a falta de adornos em geral, mas também os carros com lataria de plástico da Alemanha Oriental, os prédios caixas-de-sapato sem elevadores e com paredes de gesso, a indisponibilidade de itens de conforto básico, etc.
Talvez você goste de ver o contraste no modo de vestir de oriente e ocidente em plena guerra fria: um ensaio com modelos da Christian Dior nas ruas de Moscou. Abs
Caro Ricardo,
estou a quase uma hora lendo seus textos. Muito bons!!!
Acho que irei ler todos eles… voltarei depois também…
Forte Abraço!!!
Feliz 2010 para toda familia!!!
Oi Ricardo,
Muito bom o seu blog!! Achei por acaso numa pesquisa do Google e não consigo parar de ler.
Parabéns!!!
Abs,
Andrea.
Parabéns pelo blog,
achei meio que sem querer em um momento onde suas palavras significaram muito para mim.
O conhecimento é o maior tesouro que podemos possuir e obrigada por partilhar o seu tesouro com todos nós leitores.
Parabéns mesmo,
Abs,
Kátia Maria
Muito seu artigo sobre a obra de Oscar Niemayer. Disse tudo que penso mas nao saberia dizer.
Parabéns